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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Sei...

Sei que essa coisa toda de amor te confunde. Sei, e não pense que eu sonhe ou queira que isso mude. Sei que você desistiu de amar.

Sei que pra você há coisas mais importantes pra se preocupar. E de fato o amor não é lá grande coisa pra gente parar e se ocupar, pois ele vive sonhando e como um louco nos seguindo.

Sei um pouco dos seus objetivos. E sei que um deles é não se meter em conflitos puramente subjetivos, onde a razão não consegue opinar.

Sei que na sua lista extensa de prioridades, que nas suas frases tão curtas e desprovidas de verdades, você não me enxerga e nem procura me entender. Deixa o amor de lado, implorando pra que ele continue parado, e não consiga em sua vida se intrometer.

Sei, meu bem, que você escolheu não amar. E sei que eu não tenho o direito de tentar te transformar, porque sei que isso só me afastaria de você.

Então sei exatamente o que você quer comigo. Mas também sei que isso que você quer é exatamente o que agora eu não preciso, pois pra esse tipo de coisa sempre aprendi a ser só.

2 comentários:

Anônimo disse...

Sensacional... só isso que tenho a te dizer.

Abz!

Chan. disse...

Será sempre bem vindo.
Eu já tinha visto seu blog, sou, em parte, herdeira do seu estilo. E as "coincidências" não acabam nunca...